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terça-feira, 2 de junho de 2009

O desenvolvimento sustentável no âmbito historico

O desenvolvimento sustentável pode ser considerado o clímax no meio natural, isso porque a sua prática envolve um jogo de renúncias econômico e social que afetam a sociedade (por exemplo: no âmbito conforto) e o capitalismo. Por outro lado, o meio ambiente recebe tal prática com louvores, pois a sustentabilidade reflete a preocupação, respeito e acima de tudo a preservação da natureza que o homem está tendo com o meio. É indispensável retratar desenvolvimento sustentável com meio terrestre, pois o clímax de um traz uma mudança brusca no outro, refletindo diretamente na economia global. Ao longo da história da humanidade o ser humano usou (e usa até hoje) a terra como um meio de fonte de renda, explorando-a de infinitas maneiras e por ser um bem tão precioso, tornou-se um sinônimo de poder. Por esse motivo a sua exploração foi acelerada e ao mesmo tempo prejudicada, chegando a um ponto da inviabilidade entre o desenvolvimento e o meio terrestre.

Depois das duas últimas revoluções industriais, causadores de um verdadeiro genocídio do meio ambiente, a economia mundial atingiu o seu apogeu transformando-se em uma economia multipolar. Essa diversificação de potências econômicas causou um verdadeiro colapso social, tendo como frutos as 1º e a 2º guerras mundiais, e ambientais, como por exemplo, o imperialismo na África que foram responsáveis por devastarem cerca de dois milhões de hectares de florestas por ano, na qual a África possuía quase 11% das florestas mundiais e agora restam 3,4%. Vale se alentar que a Europa, continente onde ocorreram as revoluções econômicas e o berço do capitalismo, está passando por uma crise ambiental seriíssima com poluição do ar, da água e florestas. A Europa detinha mais de 7% das florestas do planeta e hoje tem apenas 0,1%, isso mostra que a expansão demográfica e tecnológica, além de ter massacrado o meio ambiente, não se interligam com a natureza. Outro fator alarmante é o solo, a sua preservação é de suma importância, pois a sua utilidade insere a produção de alimentos, construções e alicerce da maioria de matérias primas crucial para o desenvolvimento econômico. Mais de um terço do solo europeu está em risco de desertificação, erosão e poluição são algumas das principais ameaças que põem em perigo a sobrevivência e qualidade dos recursos europeus. De acordo com o levantamento efetuado por cientistas europeus, são mais de 52 milhões de hectares de terra que estão em risco. Isto representa 16% da Europa dos 15, valor que sobe para 35% se considerar os novos Estados membros de Leste. O Sul da Europa parece particularmente mais afetado pela erosão e perda de matéria orgânica, mas o Norte enfrenta também várias ameaças.

Esses dados são justificados por uma longa exploração econômica, acelerada pelo anseio competitivo do lucro, marcante no mundo pós 2º guerra. O início da pós segunda guerra junto com a guerra fria (1945) assinalaria um novo mundo econômico, no qual a economia mundial tornaria bipolar, com os Estados Unidos agentes capitalistas e a União Soviética influente socialista.

Essa nova era política e econômica se expandiria pelos cinco continentes e com ela o modo de ver, explorar e pensar sobre o meio terrestre. O homem coloca a natureza como um ambiente que tem que se adaptar com o mesmo, modificando e estruturando ao seu modo de ver. A destruição do meio ambiente no tempo da guerra fria teve amplos fatores, porém alguns abrangem um epítome importância no cenário histórico.

Os EUA procuraram na guerra fria, sempre satisfazer as necessidades políticas e acima de tudo econômicas de países chamados 2º e 3° mundo, com intuito de eliminar a influência socialista. Um bom exemplo foi o que ocorreu no Brasil, no qual milhões de dólares foram investidos no país, que resultou no fortalecimento da ditadura militar. O regime que governava o país investiu o dinheiro em grandes infra-estruturas como a ponte rio Niterói, a usina hidrelétrica Itaipu e a rodovia transamazônica. Itaipu foi responsável por alagar uma área de 1,46 milhões de km2 um dos maiores desastres ambiental do século 20 que marcam sua história, na qual houve a destruição do Salto de Sete Quedas, e apesar do nome, o conjunto de cinco quilômetros era composto por 21 cachoeiras e uma fauna e flora bastante ricos. Entre 1945 e 1960, a cada cinco anos, desmatou-se mais do que o que tudo foi desmatado entre 1500 e 1930! E entre 1985 e 1995, a mata atlântica perdeu mais de um milhão de hectares, mais de 11% de seus remanescentes. Dos mais de 1,3 milhões de quilômetros quadrados originais, subsistem apenas cerca de 8%. A Rodovia Transamazônica (BR-230), projetada durante o governo do presidente Emílio Garrastazu Médici (1969 a 1974) sendo uma das chamadas "obras faraônicas" devido às suas proporções gigantescas, realizadas pelo regime militar, é a terceira maior rodovia do Brasil, com 4.000 km de comprimento, cortando os estados brasileiros do Piauí, Maranhão, Pará e Amazonas e o desmatamento em áreas próximas à rodovia é um sério problema criado por sua construção.

Com a construção da rodovia a exploração sobre a região norte aumentou, tanto no lado positivo como no lado negativo, pois a rodovia facilitou a instalação de madeireiras provocando uma maior extensão de derrubada de árvores. No entanto a sua construção trouxe certo desenvolvimento pra região promovendo o objetivo do governo federal. Apesar da estupidez do governo brasileiro em gastar US$ 1,5 bilhão de dólares para a desflorestação a Amazônia se tornou mais estudada, transformando num dos maiores laboratórios a céu aberto do mundo. Pode-se ver que a guerra fria trouxe estragos ambientais incalculáveis não só aqui no Brasil mais em todo mundo, promovendo um desenvolvimento insustentável para sustentar o seu regime.

Na guerra fria, as devastações das florestas ficaram muito concentradas em pólos estratégicos para os países envolvidos diretamente e indiretamente no conflito ideológico. O chamado milagre econômico, ocorrido nas mesmas circunstâncias das obras faraônicas, trouxe para o país uma intensa industrialização provocando um crescimento das cidades (por exemplo: São Paulo) e conseqüente um aumento da poluição terrestre e atmosférica. Pra podermos chegar nesse aspecto, analisaremos o século 18 no qual nasce o ciclo de desmatamento no país. A cultura cafeeira começou a ser o motor da economia Brasileira imperial apartir de 1840 se intensificando na região sudeste do país, os solos adequados da região (sobretudo a terra roxa) e a falta de necessidade de mão-de-obra qualificada colaborou para a instalação das primeiras lavouras, onde foi à gênese da destruição da mata atlântica. O começo veio da exploração da coroa portuguesa sobre o pau Brasil em que se calcula que 70 milhões de árvores foram levados para a Europa. Com o plantio do café, essa derrubada se avivou junto com o crescimento econômico que o país estava vivendo na época.

O café exigia grandes áreas de terras devido à falta de cuidados no campo, pois não existia a preocupação e a tecnologia necessária aos cuidados com a terra. Sendo assim, o cultivo do café se tornou uma cultura itinerante que se completava com a exaustão dos solos, seguido de novas derrubadas de matas e novos plantios de café, surgindo dai a expressão utilizada por Monteiro Lobato: “a marcha do café”, que invadia os solos paulistas e cariocas. Implantaram o que chamavam de “Moderna Agricultura” em oposição à “Agricultura Tradicional”, a derrubada e queimada de largos espaços florestados para o cultivo econômico, também chamado de coivara. Depois do café veio Getúlio Vargas com sua política de industrialização e exploração que resultaram na criação das duas maiores companhias do país, Petrobrás e a Companhia Vale do Rio Doce, responsáveis pela modernização do país.

Progredindo sem para, o Brasil conheceu o nascimento de várias grandes cidades, intensificando-se na era JK. Apartir daí começaram a promover o desenvolvimento insustentável, com a vinda de multinacionais que ocasionaram um crescimento econômico e por conta disso a devastação ambiental ganhou grandes proporções. Com o nascimento das grandes cidades o meio terrestre conhecia a sua nova inimiga: a erosão provocada pelo homem. A industrialização ocasionou mudanças bruscas no relacionamento homem e solo. Pavimentação, asfaltos, aumento da população e construções são resultados dessa industrialização e causadores da erosão antrópica, fato este que dar-se em toda a história nacional até o século 21.

Em varias cidades brasileiras os processos erosivos urbanos têm atingido proporções catastróficas, com terríveis conseqüências econômicas e sociais, aí inclusos os dramas familiares, a destruição de patrimônios, os fantásticos prejuízos econômicos aos cidadãos, à administração pública e às atividades privadas.
Os danos causados pela erosão urbana atingem a sociedade tanto no local de origem do fenômeno, como nos locais de destino do material erodido. No ponto de origem, ou seja, nos locais onde a erosão acontece com a destruição de moradias e da infra-estrutura urbana. Nos locais de destino do material erodido, com o intenso assoreamento/entulhamento dos sistemas de drenagem para onde os sedimentos são levados pelas águas de superfície; o que, por sua vez, constitui hoje uma das principais causas das enchentes urbanas.

a expansão urbana de nossas cidades vem se processando, via-de-regra, através de intensas e extensas terraplenagens que retiram a capa protetora de solos superficiais mais argilosos (e portanto mais resistentes à erosão) implicando em exposições cada vez maiores e mais prolongadas dos solos de alteração (mais profundos, menos argilosos, mais erodíveis) aos processos erosivos, em uma prática nociva e nada criativa do ponto de vista técnico, pela qual persistentemente se privilegia a adaptação dos terrenos aos projetos (produção de áreas planas) ao invés de adequar os projetos às características naturais dos terrenos.

Nesse cenário, os loteamentos habitacionais, sejam públicos ou privados, sejam legais ou irregulares, têm se constituído no principal fator responsável pela extensão e intensidade dos processos erosivos nas frentes de expansão urbana, justamente por ter incorporado desde há muito a perniciosa “cultura” da terraplenagem extensiva.
No entanto, é plenamente possível fazer-se esses loteamentos de uma forma técnica mais inteligente, criativa e econômica, de sorte a reduzir a necessidade de terraplenagens intensas, assim evitando a ação dos processos erosivos. Obviamente, a redução cabal da erosão urbana exigirá um conjunto de ações combinadas, de ordem legal, de ordem técnica e de ordem informativo-educativa. Porém, a decisão de loteadores e autoridades municipais em alterar a forma técnica com que vem sendo implantada os loteamentos habitacionais certamente poderá já resolver em grande parte esse tão grave problema, e ser adotada independentemente de qualquer outra ação.

Pode-se concluir que uma sociedade capitalista e altamente consumista, não se interliga com o desenvolvimento sustentável, pois pra atingi-lo tem que haver muitas renúncias e o retrocesso histórico mostra.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

A etica protestante e o Espirito do capitalismo - A dimensão moral da crise economica

Como observamos Max Weber em seu livro mostra que o capitalismo necessita de uma base moral para se desenvolver, no caso o livro apresenta essa base inserida na doutrina protestante.
Atualmente, estas religiões do protestantismo estão em declineo na maioria dos paises desenvolvidos, contribuindo assim a uma crise, moral e consequentemente a uma crise economica, segundo as ideias de Max.
Para comprovar esses pensamentos, podemos observar que realmente as principais causas da atual crise economica foram geradas pela a irresponsabilidade, a falta de honestidade e de transparencia. Com por exemplo, na concerssão de emprestimos de alto risco e na utilização de praticas economicas fraudulentas, o que ocoasionou uma falta de confiança e detonou a crise. Demonstrando que a crise que enfrentamos tem, portanto, uma dimensão moral.

sábado, 9 de agosto de 2008

O Primeiro Reinado

A sociedade brasileira, após a Independência, continuou escravista, privilegiadora da aristocracia e marginalizadora das camadas pobres em geral. O negro e o índio não considerados cidadãos e a grande maioria da população livre não tinha direito de participação nem de representação no poder político.
Isso se explica porque a Independência política do Brasil foi feita em nome da aristocracia. Essa classe impôs a manutenção da escravidão e a instalação da monarquia, forma de capaz de defender os interesses da elite agrária para manter seus privilégios e a marginalização política das camadas populares.
A própria Constituição, outorgada em 1824, garantia à classe social dominante a ocupação dos principais cargos políticos-administrativos e mantinha a marginalização política do povo, que não tinha o direito de votar, já que o voto era censitário, nem de fazer qualquer reivindicação.
A elite, senhora de terras e de escravos, reprimia com violência quaisquer manifestações de luta popular, principalmente as dos negros e mestiços, pois temia que eles assumissem o controle político do país, como havia acontecido no Haiti, após sua independência.
Por sua vez, D. Pedro I mostrou-se um imperador absolutamente incapaz de resolver os problemas mais sérios do Brasil, como, por exemplo, a crise econômica geral e a miséria social, principalmente nos latifúndios improdutivos do Nordeste.
Esses fatores, unidos ao excessivo autoritarismo de D. Pedro I e à forte oposição da maioria dos aristocratas, tornaram inevitável sua abdicação, em 7 de abril de 1831.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Civilização Grega I

Os gregos nos deixaram uma enorme herança. Eles criaram grandes cidades como Esparta e Atenas, inventaram a moeda e conceberam o cidadão, esse animal social e político, segundo Aristóteles. Além disso, foi entre os gregos que se desenvolveu o processo histórico que culminou com a passagem do mito à razão, responsável pelo nascimento da Filosofia e da Ciência ocidentais. E, assim, o mundo jamais seria o mesmo.
Devido à presença marcante do mar e das montanhas, o território grego tem um aspecto fragmentado. Essa fragmentação geográfica facilitou a fragmentação política da Grécia, isto é, nunca houve um Estado grego unificado. Assim, o que chamamos de Grécia nada mais é do que o conjunto de diversas cidades-estado gregas, independentes umas das outras e, muitas vezes, rivais.
É importante frisar que o surgimento das cidades-Estado na Grécia não pode ser explicado unicamente pela “todo-poderosa” influência do meio geográfico sobre o homem. Acreditar nisso seria cair no fatalismo ou no determinismo geográfico.
O surgimento das cidades-Estado é explicado pela ação do homem, em certas circunstâncias históricas, diante de um contexto geográfico. Com isso, negamos o fatalismo geográfico (o homem é um produto do meio), e negamos também o possibilismo romântico (o homem faz a história conforme sua exclusiva vontade).
Nesse aspecto, Marx foi feliz ao escrever que os homens fazem sua própria história, mas não a fazem como querem; não a fazem sob circunstâncias de sua escolha e sim sob aquelas com que se defrontam diretamente, legadas e transmitidas pelo passado.
Podemos concluir, então, que o homem, através das suas ações e do seu trabalho, faz a história, relacionando-se dialeticamente com o meio geográfico e com as demais circunstâncias que interferem na vida humana.
A ocupação do território grego se deu com a miscigenação dos povos ageus, jônios, eólios e dórios. Esses povos criaram o povo grego que possuiu como etapas histórias a homérica, a arcaica, a clássica e helenística, esta última já tendo uma contribuição fundamental dos macedônios, sob o governo de Alexandre Magno.

terça-feira, 10 de junho de 2008

Imperialismo

Introdução
Diante do crescimento de suas economias, Inglaterra, França, EUA, Alemanha e posteriormente o Japão irão adotar o protecionismo em seus países e uma política agressiva no plano mundial como forma de conquistar novos mercados.
Iniciava-se a corrida imperialista. Ocorrida a partir da segunda metade do século XIX, os países imperialistas dominaram a América Latina, a Ásia e a África.
O imperialismo, que é uma conseqüência das transformações capitalistas ocorridas com a concentração monopolista e financeira, foi a solução para crise do capitalismo de 1873-93.
Apesar de trazer nova vitalidade ai sistema, significou a opressão e miséria das áreas coloniais dominadas e a competição acirrada entre as potências.
Inúmeros foram os conflitos, apesar dos tratados assinados para a ocupação das áreas novas. Dentre eles destaca-se o da Conferência de Berlim (1855). Nele, seus signatários definiram as normas para a navegação, ocupação e utilização de mão-de-obra na Costa Ocidental da África.
A partilha desigual e a necessidade crescente de mercados, entretanto, aumentam a tensão entre as potências, cujo ápice será a eclosão da Primeira Guerra.
Motivações
A principal motivação do imperialismo foi a necessidade de investir os capitais e a produção excedentes. A anarquia da produção e os altos lucros dos monopólios eram incompatíveis com os baixos salários, o que trouxe a estagnação e a crise econômica.
Outro fator era o interesse pelas matérias-primas estratégicas, próprias da indústria naquele momento, concentradas fora da Europa, como era o caso dos minerais, petróleo e borracha.
O interesse em encurtar as distâncias e fortalecer as posições incentivou a conquista de pontos estratégicos, como foram os casos dos canais do Panamá (EUA) e Suez (França/Inglaterra).

Mecanismo de dominação
A constante da dominação foi a violência e a coerção. Como exemplo pode-se citar o Big Stick (Grande Porrete) e a Política da Canhoneira.
O Big Stick foi a política intervencionista dos EUA, iniciada por Theodore Roosevelt (1901-1909). Destacaram-se neste momento as invasões a Cuba e Nicarágua.

A Política da Canhoneira foi a pressão bélica dos EUA e Inglaterra sobre o Japão. Exemplo: Congo (Bélgica).
Não foi apenas com a força bruta que os imperialistas exerceram a sua dominação. Lançaram mão também de mecanismos de dominação e convencimento sofisticados, que acabaram se tornando doutrinas até hoje vigentes e defendidas.
Dentre elas destacamos:

• Darwinismo social
Elaborada pelo filósofo inglês H. Spencer, afirmava que a teoria da evolução de Darwin podia ser aplicada à sociedade. A luta pela sobrevivência entre animais correspondia à concorrência capitalista. A seleção natural garantiria a existência da capitalismo e da cultura mais apta e superior.

• Destino manifesto
Política expansionista baseada no princípio calvinista. Forte nos EUA, afirma o papel deste país como o responsável pela ordem e a democracia na América Latina. O imperialismo é apontado como uma missão.

Conseqüências do imperialismo
Do imperialismo resultou a transformação do equilíbrio mundial. O crescimento metropolitano não correspondia à extensão colonial. No inicio do século XX, por exemplo, a Alemanha era a segunda potência mundial, entretanto, seu império colonial era insignificante. Tal situação gerou insatisfações.
As relações entre as potências tornaram-se mais tensas, acirrando nacionalismo e a corrida armamentista e gerando conflitos que levaram à primeira guerra mundial.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

A influência do capitalismo sobre os padrões de beleza.

O mundo está na era da globalização, onde a mídia capitalista procura manipular a sociedade. Nas revistas, na TV, nos anúncios, estão expostos os corpos ideais impostos pela sociedade.
A beleza é algo em sua essência, muito relativo. A prova disso é o fato de que, ao longo da história tivemos diversos modelos de beleza. Por exemplo, no século XIX, as mulheres com uma massa corporal muito superior ao padrão atual, eram consideradas belas.
Contudo, com o crescimento do capitalismo, a beleza foi padronizada transformando-se em algo fundamental, o encaixe das pessoas nos modelos estabelecidos. Quem não se enquadrar, acaba sendo duramente discriminado pela sociedade.
A imprensa é quem estimula mais a este tipo de preconceito, pois mostra as pessoas consideradas "feias", como pessoas chatas, desinteressantes, que só se tornariam atraentes, quando atingissem os padrões de beleza vigentes.
Isto é apenas uma maneira de controle, utilizado pelo sistema capitalista, para incentivar o aumento do consumo dos produtos de beleza e padronizar as mercadorias, o que facilita a produção da burguesia e, por conseqüência aumenta os seus lucros.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

O preconceito na união de todos

Muitos fazem propaganda em busca do sentimento do amor ao próximo. Mas a realidade mostra que a humanidade construiu obstáculos para a concretização desse sentimento, nas quais a discriminação destaca-se com relevância na sociedade moderna.
Trata-se inicialmente de um problema histórico, que esteve sempre na evolução do homem, a qual coube a sociedade contemporânea desenvolver em uma epidemia mundial. A xenofobia é um exemplo clássico desse mal moderno, pois ela indica uma aversão ao estrangeiro, tornando-se comum em países desenvolvidos. Tal fato mostra até aonde vai a perversidade humana, pois classifica o próximo de acordo com a sua origem.
Mas, também em países subdesenvolvidos, como o Brasil, a falta de respeito ao próximo e a presença da discriminação são bastante visíveis. Isso porque a nossa estrutura social não é justa para todos, pois facilita a rejeição da maioria dos cidadãos na sociedade. O Brasil é rico em campanhas, organizações não governamentais e grupos religiosos que lutam contra a discriminação e a favor da paz, mas é pobre na prática, pois a grande parte só se preocupa com si mesma.
Fica então constatado, que a eliminação desta praga do século XXI, aumenta os vínculos entre todas as nações e que jamais a cor da pele, condição social ou etnia devem ser levadas como julgamento. Por tanto, a discriminação retrata a falta de amor entre os homens.